Os acessos indevidos aos sistemas, na grande maioria das vezes, acontecem por meio de chaves originais, que são repassadas de pessoa a pessoa sem nenhum controle. Além disso, essa falta de gestão dos acesso privilegiados traz como resultados: acessos indevidos, perda de credibilidade e prejuízos financeiros.

Como proteger suas chaves e evitar acessos indevidos?

Gerindo o sistema de tal modo que controle: 

  • quem tem acesso; 
  • quais são os locais de acesso; 
  • diferentes necessidades de acesso; 
  • período de permissão da entrada;
  • registro do que ocorre durante o acesso;
  • identificação que comprove a identidade.

Além disso, é possível aplicar outras iniciativas de controle. Sendo importante lembrar que elas não podem funcionar como bloqueadores de acesso, mas sim como proteção para o ambiente.

Desse modo, podemos dizer que o mundo corporativo tem se dedicado à preservação de suas informações por meio de cofres de senhas. Com aproximadamente três décadas, essa tecnologia de gestão de contas privilegiadas protege informações cruciais, automatiza e audita a gestão e o uso das identidades privilegiadas para coibir ataques internos isolados ou mancomunados.

Além disso, essa disciplina busca reduzir o número de contas privilegiadas, gravar atividades realizadas por indivíduos, para transparência e conformidade de segurança. Ainda, em algumas implementações, busca reforçar a segurança da identidade digital do indivíduo, por meio de fatores adicionais de autenticação.

Logo, pela compreensão da dimensão e necessidade dessa tecnologia no ambiente corporativo, ela vem aparecendo no dia a dia das empresas médias e pequenas. Sendo, normalmente, apresentada em appliances instalados on Premise ou em nuvem. 

O cofre de senhas é configurado para proteger cada ponto de exposição à informação do seu ambiente computacional. Além disso é de baixo custo, simples implementação e de alto valor agregado na gestão de contas privilegiadas.

Sendo assim, é necessário manter as políticas de segurança da informação para evitar falhas na gestão dos acessos. Que podem apresentar consequências danosas aos negócios.