“Ataques cibernéticos são o 3º risco em termos de probabilidade nas organizações”, afirma o relatório The Global Risks Report 2018, desenvolvido pelo Fórum Econômico Mundial. 

Um dos motivos para ataques cibernéticos ocorrerem, é a facilidade com que os hackers descobrem o meio de autenticação em nome de um consumidor. Podendo ser uma credencial pessoal ou corporativa, e geralmente, isso ocorre porque a composição da credencial ou o método de autenticação é fraco.

Visto isso, devemos lembrar que a autenticação busca verificar a identidade digital do consumidor no momento em que ele requisita um login em um sistema, e pode fazer uso de diferentes métodos: biometria, geolocalização, criptografia, entre outros. 

De acordo com o estudo Assessing Global Authentication Opportunities, realizado pela Eromonitor, os consumidores globais realizam 52 trilhões de momentos de autenticação. Ou seja, cada adulto se autentica, em média, 30 a 40 vezes por dia.

Esse número reflete a preocupação de consumidores e organizações em proteger suas informações. Uma vez que, o risco de violação de dados cresceu, sendo o que aponta o relatório The global Risks 2018: “cerca de 1.000 especialistas e tomadores de decisões avaliam a probabilidade e o impacto de 30 riscos globais em um horizonte de 10 anos (…), nesse período de médio prazo, predominam os riscos cibernéticos e ambientais”.

Para evitar ataques cibernéticos surge a autenticação multifator

Em resposta a essa realidade, soluções de autenticação multifator foram desenvolvidas ao longo do tempo, para oferecer experiências mais seguras, prevenir o roubo de identidade, o vazamento de dados e as tentativas maliciosas de adquirir informações. 

Essa solução consiste em usar de mais de uma forma de autenticação e ao mesmo tempo. Ou seja, a combinação de mais de um método de autenticação (senha numérica e biometria, por exemplo), para permitir o acesso a determinado sistema. Dificultando, assim, ataques cibernéticos e roubo de informações, já que o hacker além de descobrir a senha teria que conseguir também a biometria do cliente para obter acesso às informações.

Sendo assim, esperar a organização sofrer um ataque cibernético, para então, pensar em prevenir os processos que estão em riscos, não é a melhor opção! Logo, somada a outras iniciativas de segurança, a autenticação multifator é importante para inibir roubo de informações confidenciais.