O ingresso de novos colaboradores é sempre uma boa notícia, afinal são mais pessoas vestindo a camisa da empresa e ajudando em seu crescimento. Porém, a inclusão e gerenciamento dos acessos desses novos colaboradores nos diversos sistemas da empresas, pode ser um trabalho moroso ou, em alguns casos, impossível.

Geralmente, as organizações têm muitos sistemas, processos e dados, que os colaboradores precisam ter acesso. Quando o processo é manual, ocorre a criação de login e senha para cada indivíduo em cada um dos servidores. 

Por exemplo, vamos imaginar o ingresso de cinco mil novos colaboradores em um call center. Quanto tempo e qual o risco de falhas que esse processo pode trazer à organização? Além do ingresso desses novos colaboradores, outro desafio é como denominar privilégios (usuários com acesso a informações sigilosas da empresa) de forma eficaz?

Gerenciamento de acessos

É possível resolver tais questões por meio do gerenciamento de identidades (IDM – Identity Management), que administra de maneira segura todo o ciclo de vida do colaborador na empresa. 

Como funciona? Assim que o colaborador é inserido no sistema de RH, o IDM provê, automaticamente, as credenciais nos sistemas, de acordo com o cargo da pessoa. Outro recurso é que, o IDM inativa o acesso do colaborador em todos os sistemas, por determinado período (férias, licença, etc).

Sendo assim, a automação no gerenciamento de acesso agiliza o tempo do processo de criação e a segurança e controle sobre as contas de acesso existentes no ambiente corporativo.

Adicionalmente, a solução garante e vincula de quem era o acesso, realizado em determinado horário e servidor. Mesmo que seja de uma conta genérica administrativa.

Além disso, muitas vezes, dependendo da política aplicada, o colaborador nem precisa ter a posse da senha, pois ele pode utilizar funcionalidades de acesso automático nas aplicações. Uma vez que existe a rastreabilidade, o processo de acesso se torna mais seguro.

Em resumo, a implementação de sucesso do gerenciamento de acessos depende da definição de funções, acessos e workflows da companhia, ou seja, da governança corporativa. Sendo assim, os benefícios apresentados (segurança nos processos, autonomia na área de RH, agilidade e rastreabilidade) serão consequência.