Você já deve ter se perguntado como manter a jornada digital segura para o consumidor. Essa é uma dúvida constante das empresas, então, venho nesse conteúdo esclarecer alguns pontos sobre o assunto. 

Sendo uma das maiores preocupações das empresas, o processo de realizar a autenticação e autorização de identidades sem gerar fricção ao consumidor parece complexo. Ou seja, como tornar o processo simples? 

Pois, a pessoa diante de dificuldades no acesso, tende a desistir de efetivá-lo. Em paralelo, empresas estão mais conscientes de que é preciso investir em recursos, e assim, garantir a proteção dos dados das plataformas digitais.

Como implementar segurança sem gerar fricção desnecessária ao cliente?

Sabemos que a fricção, dependendo do contexto, é inevitável, pois são etapas para a proteção dos dados e do próprio consumidor. Porém, quando há muitas fases de segurança sem necessidade o processo acaba estressando o cliente. 

Além disso, falhas em outros pontos prejudicam a jornada digital do consumidor nas plataformas digitais. Como por exemplo, o processo não ser rápido, personalizado e o atendimento não ser padronizado entre os múltiplos canais.

Para evitar as falhas de segurança, as empresas precisam atentar-se ao gerenciamento de credenciais de acesso, criptografia e proteção para os diferentes canais. Então, implementar métodos de autenticação além da senha.

Inclusive, já se fala em um mundo sem senhas, pois esse meio de autenticação se tornou frágil. Visto que, muitas pessoas costumam usar a mesma senha para diversos sistemas, sites e plataformas. Logo, as empresas precisam agir e ir além dos métodos de segurança tradicionais. Felizmente, isso já é possível!

Para a jornada digital segura, vá além do métodos de segurança tradicionais

Os fatores de autenticação evoluíram para aproveitar os mecanismos já oferecidos em dispositivos móveis. Embora os consumidores usem vários aparelhos, eles já se acostumaram a usar o mesmo aparelho para realizar determinadas tarefas. 

Sendo assim, por meio dessa percepção é possível, usando um dispositivo conhecido, realizar a autenticação do cliente por meio de uma plataforma, ou seja, lendo o código com a câmera do telefone, evitando a necessidade de inserir senhas. Além de proporcionar uma experiência digital aprimorada, isso reduz ataques e fraudes.

Outra forma, amplamente utilizada, é a utilização de tecnologia de reconhecimento biométrico, já disponível nos aparelhos móveis. A biometria analisa as características físicas exclusivas do consumidor final para confirmar se ele é quem diz ser. O processo é seguro e simples, proporcionando um equilíbrio entre segurança e facilidade de uso.

Além disso, a geolocalização usa o dispositivo móvel do consumidor para fornecer a autenticação onde e quando forem necessários. Um exemplo seria, um cliente realiza uma compra de alto valor e o banco necessita aprová-la. A instituição pode enviar uma mensagem no celular da pessoa para autorizar a transação. 

Paralelo a isso, por meio da geolocalização, o banco acessa a localização da pessoa e verifica se ela está no mesmo local físico em que a transação de compra está sendo solicitada. Criando, assim, uma experiência de autenticação mais transparente e sem atrito.

Em resumo, todos esses métodos de autenticação funcionam para confirmar com segurança que uma autenticação é verídica e, sem gerar fricção ao consumidor. Porém nenhuma tecnologia sozinha tem como assegurar completamente o processo de autenticação. 

Sendo assim, o fundamental é estar um passo à frente dos cibercriminosos, mantendo a segurança e usando todos os métodos para proporcionar a melhor experiência aos consumidores.

Esteja um passo à frente dos cibercriminosos e garanta a jornada digital segura

Os métodos de autenticação combinados conseguem proporcionar a melhor jornada digital segura para o consumidor e mais proteção para os dados que transitam na plataforma digital. 

Para que isso aconteça, a empresa precisa investir em soluções de Autenticação e Autorização, que permitam a chamada experiência “Uber” e jornada passwordless. Ou seja, quando um acesso não tem criticidade o indivíduo é autenticado automaticamente, mas quando é detectado que uma sessão é de maior risco é necessário provar, por meio de um fator adicional de autenticação, que quem está executando a transação é realmente quem diz ser.

Em complemento aos métodos de autenticação, é fundamental que as empresas adotem processos que validem a autenticidade dos consumidores, no momento em que esses, estão se cadastrando nas plataformas digitais, processo conhecido como onboarding

Nessa etapa, é feita validação da autenticidade dos documentos apresentados junto aos órgãos governamentais e, também, a partir de reconhecimento facial, a comprovação de que quem está se cadastrando é a mesma pessoa que apresenta os documentos.

Sendo assim, para proporcionar segurança sem gerar fricção ao consumidor as empresas precisam investir em soluções de orquestração, análise de risco e autenticação e autorização, que possibilitam o credenciamento a plataformas digitais, validando os clientes reais versus potenciais fraudadores. E assim, reduzir os riscos de fraudes e permitindo uma série de fatores para melhorar os processos da jornada digital segura do consumidor e elevando a segurança do negócio.