“Quando eu ligo o meu celular na tomada, ele simplesmente começa a carregar!” A tecnologia pode ser simples assim? 

Quando alguém coloca o celular para carregar, não pensa na complexidade da malha elétrica ou se a fonte de energia é proveniente de uma hidrelétrica, por exemplo. Esses contextos são abstraídos pela praticidade do serviço.

Essa é a expectativa do mercado: tornar as atividades periféricas cada vez mais automatizadas para dedicar energia ao core business. Nesse cenário, a tecnologia deve ser a “tomada” que, magicamente, fornece todos os recursos necessários para a carga do celular.

Além disso, no atual cenário econômico, um dos maiores desafios de quem provê tecnologia é a evolução preventiva, contínua e neutra. Ou seja, a tecnologia deve antecipar movimentos do mercado, ser ininterrupta e atuar como a equipe de staff, que opera, imperceptivelmente, para suportar tudo o que acontece no palco. Dessa forma, abstrai a complexidade, deixando de ser um entrave ou uma preocupação para os consumidores e, simplesmente, está lá –  então a mágica acontece!

Mas, quando isso não ocorre, ouvimos no mercado frases como: 

  • “a entrega da encomenda não ocorrerá, porque o sistema falhou;” 
  • “a compra não foi efetuada, porque o site estava indisponível;” 
  • ou ainda, na reunião de lançamento do produto surge o questionamento: “a infraestrutura de tecnologia suportará a campanha?”

Bem, quando qualquer um desses ou outros questionamentos são feitos pela área de negócio, significa que a experiência dela com a TI não está das melhores. Esse é o atestado da nossa falha como área de tecnologia.

Por isso, deixo aqui o meu manifesto: a tecnologia deve suportar e facilitar nosso dia a dia. Para isso, é preciso evoluir e transformar a tecnologia em algo simples para os consumidores, assim como uma tomada para carregar o celular!